Torra

Depois de todas as etapas da pós-colheita nosso cuidado continua na torra. Este passo, como todos os anteriores, também é essencial para a elaboração de um café especial.

Seguindo a todas as normativas e diretrizes já estabelecidas para a torra de um café especial realizamos vários controles durante esse processo: o aspecto visual (metodologia SCAA/ Disco de Agtron), controle de temperatura, controle do fluxo de ar, controle do tempo entre outras variáveis para a entrega de uma bebida de excelência.

Levamos ao torrador os grãos verdes (in natura), todos de mesmo tamanho (peneira 15 acima) e de mesmo padrão de bebida, somente o café estritamente mole (maduros e sem defeitos); essa uniformização dos grãos é uma etapa essencial para que a torra seja executada minuciosamente sob todos os cuidados, resultando numa torra homogênea.

Durante a torrefação, o aumento da temperatura do grão causa uma série de transformações físico-químicas à sua estrutura, é formada uma mistura complexa de compostos aromáticos, por diferentes reações químicas como as Reações de Maillard, Degradação de Strecker, caramelização dos açúcares, que produzem um mix de aromas e sabores no café.

A combinação destes fatores com a experiência, cuidado e dedicação no momento da torra é que trará a bebida do Rena Café. Ressaltamos que as características de acidez, aroma, corpo e doçura variam de acordo com o grau de torra, por isso trazemos dois perfis de torra para nossos grãos:

A torra média-clara: notas florais, acidez acentuada.

A torra média: notas de chocolate, caramelo e nozes e acidez equilibrada.

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